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ABEn-AM realiza visita aos profissionais de enfermagem durante plantão da virada de Ano Novo

Na virada do Ano Novo, quando muitos celebram ao lado de suas famílias, a Enfermagem segue firme onde sempre esteve: cuidando da vida. Foi com esse espírito de reconhecimento, proximidade e compromisso que o presidente da ABEn-AM, Elton Aleme, e a vice-presidenta Erica Lima realizaram uma visita aos profissionais de enfermagem que estavam de plantão em hospitais do Amazonas.

Percorrendo corredores, enfermarias, leitos e postos de enfermagem, as lideranças estiveram junto à categoria para abraçar, agradecer e renovar votos de esperança por um novo ano. Um gesto simples, mas carregado de significado, que reafirma o papel essencial da Enfermagem na sustentação do cuidado, da saúde e da dignidade humana, especialmente em datas simbólicas como a virada do ano.

Enquanto muitos profissionais puderam estar em casa, outros tantos escolheram — mais uma vez — estar presentes nos serviços de saúde, garantindo assistência contínua à população. São mulheres e homens que, mesmo longe de suas famílias, colocam o compromisso com a vida acima de qualquer celebração.

Durante a visita, o presidente Elton Aleme destacou que sua gestão tem como prioridade uma associação presente, próxima e atuante. “Queremos uma ABEn-AM que esteja nas unidades, ouvindo, dialogando e defendendo a Enfermagem no seu cotidiano. A entidade precisa caminhar junto com quem está na linha de frente”, reforçou.

A vice-presidenta Erica Lima ressaltou que a iniciativa vai além de uma visita de Ano Novo. “Este é um gesto de compromisso com a Enfermagem amazonense. Estamos aqui para trabalhar, para construir juntos e para reafirmar que a categoria pode confiar na sua associação”, afirmou.

A ação simboliza o início de um novo ciclo marcado pela escuta, pela valorização profissional e pela presença constante da ABEn-AM onde a Enfermagem acontece: nos territórios do cuidado, no trabalho diário e na defesa intransigente da profissão.

Associação Brasileira de Enfermagem Seção Amazonas

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2026 de Esperançar e Reencantar – Nova Gestão assume ABEn-Am conectada com a Enfermagem.

https://onjornal.com/site/noticia/elton-aleme–eleito-presidente-da-associacao-brasileira-de-enfermagem-aben-am–fala-ao-onjornal–sobre-a-unificacao-da-enfermagem-e-dos-planos-para-garantir-trabalho-e-concurso-para–os-73-mil-associados-no-amazonas-38169

A Gestão 2025-2028 da Associação Brasileira de Enfermagem Seção Amazonas inicia o ano conectada com a Enfermagem amazonense, com o compromisso de Esperançar e Reencantar a Enfermagem, fortalecer a entidade e as representações da Enfermagem, promover condições e oportunidades para o desenvolvimento dos profissionais de enfermagem, ampliar as parcerias e benefícios aos associados da ABEn-AM e celebrar os 100 anos da ABEn Nacional e 75 anos da ABEn-AM.

A ABEn-AM estará presente nos espaços de relevância da saúde e da enfermagem amazonense, ocupando inclusive destaque na imprensa por meio de portais, blogs, jornais e demais canais de comunicação.

2026 será o ano da ABEn-AM em saída, com muita presença nas unidades de saúde, escolas de enfermagem, espaços legislativos, secretarias de saúde, presença nos municípios do interior do Amazonas e presença nos grandes eventos nacionais de Saúde e da Enfermagem.

Vamos juntos construir a ABEn-AM!

O futuro da Enfermagem é agora!

Associe-se à ABEn-AM e conquiste conosco as vitórias para a Enfermagem e pela Enfermagem!

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ABEn AM comemora os 75 anos de criação no Amazonas

A solenidade aconteceu na Escola de Enfermagem de Manaus (EEM) onde tudo começou. Nesse mesmo dia a Escola de Enfermagem comemorou seus 76 anos.

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📣 CONVITE – POSSE DA NOVA DIRETORIA DA ABEn-AM

A Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Amazonas (ABEn-AM) tem a honra de convidar para a cerimônia de posse da nova Diretoria, representando a enfermagem amazonense.

📅 Data: 15 de dezembro
⏰ Horário: 18h30
📍 Local: Auditório da Faculdade Fametro – Unidade Zona Leste

Este é um momento especial para a ABEn-AM e para toda a enfermagem amazonense, marcando o início de um novo ciclo de atuação e fortalecimento profissional.

Atenciosamente,
Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Amazonas (ABEn-AM)

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ABEn Seção Amazonas: 75 Anos de História e de Contribuição para a Enfermagem e paraa Sociedade Amazonense

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Exposição sobre “As raízes negras do cuidar, personalidades de ontem e de hoje”, em comemoração ao Mês da Consciência Negra

Exposição sobre “As raízes negras do cuidar, personalidades de ontem e de hoje”, em comemoração ao Mês da Consciência Negra .
Local: Sala de espera do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Em 29/11/2025

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Presença Negra na Enfermagem 

Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra, criado em 1971 por estudantes ativistas negros de Porto Alegre, em contraposição ao 13 de maio que libertou os escravizados sem a devida reparação histórica. A data homenageia Zumbi dos Palmares, morto em 20 de novembro de 1695, símbolo da resistência negra. A partir de então vários estados brasileiros foram agregando a data aos seus calendários comemorativos e em 2024 a data passou a integrar o calendário nacional. O evento, tem como objetivo refletir sobre a luta do povo negro contra a escravização e o racismo, e celebrar a cultura afro-brasileira.

Certamente algumas (uns) de nós estejamos nos perguntando qual a relação da Enfermagem com o Dia da Consciência Negra?  A Enfermagem é a maior categoria profissional da área da saúde com um elevado contingente de pessoas  negras chegando a ser mais da metade de seus  trabalhadores(as), entretanto, são poucas as referencias negras reconhecidas em nossa profissão, tanto no âmbito nacional quanto internacional. Assim, é pertinente homenagear nessa data as(os) profissionais de enfermagem  negras(os), na figura de três grandes mulheres, que com sua competência e conhecimento prestaram relevantes serviços á sociedade. É preciso dar-lhes a visibilidade devida destacando seus feitos e a  sua importância.

  A homenagem também se dá em reconhecimento a forma como enfrentaram o racismo superando barreiras, assumindo sua negritude, tornando-se uma referência para as gerações contemporâneas e futuras; são elas Josephina de Mello uma legitima referência local, Izabel dos  Santos uma potente referencia nacional e Mary Grant Jean Seacole uma emblemática referência internacional.

Josephina de Mello       

Josephina de Mello nascida  em Manaus, em 21 de maio de 1920, filha de mãe barbadiana e pai brasileiro, abraçou a enfermagem como profissão a exemplo de sua mãe Florence Alberta de Mello e sua irmã Emília de Mello. A homenageada graduou-se pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo – EEUSP, e em Administração pela Universidade do Amazonas (UA); realizou curso de especialização em Saúde Pública nos Estados Unidos da América e obteve o título de doutora livre docente pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EE/UFRJ). Já no ensino da  graduação as barreiras enfrentadas para alcançar o desejo de ser enfermeira podem  ser constatadas quando mesmo indo além dos pré requisitos que lhe garantiriam a aprovação, fluência na língua inglesa e atuação num posto de assistência médica, não o conseguiu. Campos e Oguiso problematizam “O que teria acontecido com Josephina de Mello? Porque a ficha de admissão da Escola Ana Nery foi arquivada juntamente com os documentos da Escola de Enfermagem da USP?” Mais  tarde com os mesmos dados da ficha de admissão da Escola Ana Nery  Josephina de Mello foi aprovada na Escola de Enfermagem da USP.   ( Campos e Oguiso, 2008).

Em sua trajetória profissional, no âmbito da Fundação Serviço Especial de Saúde Pública (FSESP) atuou na assistência, no ensino, na pesquisa, na gestão e participou  da formulação das políticas de saúde e educação do estado do Amazonas e do município de Manaus. Observadora atenta da realidade Josephina de Mello publicou artigos sobre formação profissional em enfermagem, sobre o exercício profissional da enfermagem nos serviços de saúde da Amazônia, sobre as disparidades regionais e desigualdades econômicas na Amazônia e sobre o modelo Zona Franca e suas repercussões locais.  Exerceu cargos de gestão a exemplo da direção da Santa Casa de Misericórdia de Manaus por quase vinte anos.

Reconhecida por sua atuação no campo da educação recebeu a Medalha Ana Nery, conferida pela Sociedade Brasileira de Educação; Menção Honrosa  por ocasião da entrega dos prêmios: “Enfermeira do Ano 1969;  Medalha de Prata, pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn SP);Enfermeira do Ano 1970 pela Associação Brasileira de Enfermagem e Johnson & Johnson (1971); e em abril de 1978 foi condecorada com a Medalha Mérito Oswaldo Cruz, por sua atuação no campo do Ensino e da Saúde Pública, sendo essa a mais alta comenda nacional.

Passados trinta anos de seu falecimento a profa Dra.  Josephina de Mello continua  tendo o reconhecimento de seus pares e da sociedade amazonense, integra a galeria de homenageadas na premiação dos eventos científicos instituídos pela ABEn Nacional – Seminário Nacional de Diretrizes para a Educação em Enfermagem – SENADEN, proposto pela  Associação Brasileira de Enfermagem Seção Amazonas (ABEn AM) e pela  Escola de Enfermagem de Manaus, respondendo pela  temática “A Equidade como expressão da Enfermagem”.

Em âmbito local faz-se presente na premiação de melhor trabalho científico original, como “Prêmio Josephina de Mello”, na Semana de Enfermagem da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Em 2021 no 21º  Seminário Nacional de Pesquisa em Enfermagem/ SENPE e 2º Seminário Internacional de Pesquisa em Enfermagem, deu nome ao auditório principal,  em reconhecimento a sua atuação na pesquisa.

A laureada também foi homenageada pelas Secretarias de Educação e de Saúde do Amazonas dando seu nome ás unidades respectivamente: Escola Professora Josephina de Mello e Escola Estadual Josephina de Mello; Centro de Atenção Integral á Saúde da Criança Josephina de Mello e Unidade Básica de Saúde Josephina de Mello. Em 1988 foi indicada para receber a homenagem Vulto Estadual do Amazonas e representar a raça negra no Ano do Centenário da Abolição. Dá nome ao Centro Acadêmico da Universidade Luterana/ULBRA e ao mini auditório da EEM. Foi homenageada através da Comenda Profa. Dra. Josephina de Mello COREN/AM e,  seu aniversário de nascimento em 21 de maio marca o encerramento da Semana de Enfermagem da Universidade Federal do Amazonas / UFAM.

A profa Josephina de Mello faleceu em 27 de setembro de 1985 aos 75 anos, desses, trinta e nove foram dedicados a Enfermagem, o que corresponde a mais da metade de sua vida.

Izabel dos  Santos  

Izabel dos Santos nasceu em 07 de março de 1927 em Pirapora Minas Gerais, filha de Juvenal José dos Santos e Hormezinda dos Santos. Graduou-se pela Escola de Enfermagem Hugo Werneck em Minas Gerais. Atuou no ensino, assistência, gestão e articulação política com competência técnica alcançando resultados bastante positivos na formação de nível médio em Enfermagem. A opção pela  Enfermagem como profissão não foi sua primeira escolha, deveu-se as dificuldades financeiras pelas quais passava sua família á época de seu ingresso no ensino superior, sendo sua formação inicialmente financiada pela igreja católica. É pertinente dizer que a enfermagem a escolheu havendo uma identificação mutua entre ambas que apontaram novos e profícuos horizontes.    A adesão pela saúde pública deveu-se a identificação com a área por alcançar um maior número de pessoas além de favorecer a autonomia do enfermeiro.

Como enfermeira da Fundação Serviço Especial de Saúde Publica (FSESP), Izabel dos Santos atuou em Pirapora (MG), Cuiabá (MT), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ). Foi docente da Universidade Federal de Pernambuco e da Universidade de Brasília. Participou na origem/elaboração de importantes projetos nacionais com repercussão internacional, a saber Programa de Preparação Estratégica de Pessoal de Saúde (PPREPS), Projeto Larga Escala (PLE), Curso de Desenvolvimento de Recursos Humanos em Saúde (CADRHU). Foi consultora Nacional da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil.

Visionária, suas ideias no Projeto Larga Escala pavimentaram políticas de formação, em serviço, dos atendentes de enfermagem numa outra proposta de formação  ética, cidadã e inclusiva, visando sempre a  melhoria e a qualidade dos serviços prestados a indivíduos, famílias e comunidades, qualificando o cuidado de enfermagem; também criou  possibilidades de inclusão dos atendentes em seu itinerário formativo nos locais onde trabalhavam, reduzindo as barreiras de acesso e tempo. A integração ensino -serviço, estratégia utilizada para a formação em serviço, foi decisiva para o êxito da iniciativa. Alcançou também enfermeiros lhes apresentando as  ferramentas necessárias para atuar na docência em enfermagem (Leite et al, 2024).

Nossa laureada recebeu várias homenagens dentre as quais destacamos: “Prêmio Izabel dos Santos”, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (EERP), “Prêmio Enfermeira Izabel dos Santos”, patrocinado pela Escola de Formação Técnica em Saúde Enfermeira Izabel dos Santos instituído  pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) cuja temática é “educação profissional técnica de nível médio em Enfermagem”. Tem seu nome em uma sala de audiovisuais na sede da OPAS-Brasil. Uma de suas fotos está na Galeria dos Sanitaristas Eméritos do Ministério da Saúde, é a primeira enfermeira, negra e mulher a entrar para esta galeria. A Escola Técnica do Sistema Único de Saúde (ETSUS) do Rio de Janeiro recebe seu nome.

  Izabel dos Santos faleceu em 01 de dezembro de 2010, aos 83 anos, mais da metade de sua  vida, cinquenta anos, dedicados à Enfermagem.

Mary Seacole

Mary Grant Jean Seacole nasceu em 23 de janeiro de 1805 em Kingston na Jamaica, filha de mãe negra e pai escocês, combinou espírito empreendedor e práticas de cuidado aprendidas com a mãe, uma herborista e “curandeira” que administrava uma pensão. Em sua trajetória, Seacole transitou entre negócios, viagens e assistência direta em contextos de epidemias e guerra, oferecendo sustento, conforto e cuidados a doentes e convalescentes. Autores e sites a descrevem, com razão, como uma empresária que prestou cuidados de saúde e apoio em regiões de endemias e conflito, reconhecendo sua determinação e a relevância simbólica de sua experiência (Odusanya, 2025; Read Mary’s Story, s/d; Mary Seacole, s.d.).

No Panamá, por ocasião da corrida do ouro em 1851, Seacole, após instalar-se, abriu um salão de refeições para viajantes. Prestou cuidados, frente a um grande surto de cólera realizando procedimentos tanto no ambiente, como ventilação dos ambientes, aplicação de cataplasmas e eméticos de mostarda, uso de purgantes e outras medidas então correntes, além de aquecer e hidratar pacientes e observar sinais de gravidade. Tais experiências lhe prepararam para atuar em situações de epidemias e de guerra.

Com o início da Guerra da Criméia, Seacole foi ao Ministério da Guerra em Londres para se oferecer para ser enviada como enfermeira do exército, sendo recusada, apesar de seu vasto conhecimento, experiência e recomendações dos governos da Jamaica e do Panamá. A recusa do governo inglês em aceitar a participação de Seacole na equipe de Florence Nightingale gerou desconforto em nossa homenageada que se perguntava se “Seria possível que os preconceitos americanos contra a cor da pele tivessem alguma origem aqui? Será que essas senhoras não aceitaram minha ajuda porque meu sangue corria sob uma pele um pouco mais escura que a delas? “(Seacole, p. 79, 2023, Seaton, s.d.)

Não aceitando a recusa, Mary arrecadou fundos para viajar por conta própria à frente da batalha. Com o dinheiro que obteve montou o “British Hotel”, onde vendia comida e bebida aos soldados para, assim, custear as despesas do atendimento a doentes e feridos dos dois lados. Na Jamaica antes mesmo de ir para a Crimeia Mary Seacole usufruía da consideração dos militares por quem era tratada como Mãe Seacole,  embora não tivesse conhecimento deste fato o que veio a conhecer  quando desembarcou em Gibraltar rumo a Crimeia. Ainda que a contribuição de Seacole não tenha sido reconhecida pelas autoridades londrinas, o impacto causado por ela na Criméia foi reconhecido e evidenciado por militares, que no seu retorno para Inglaterra, organizaram um evento em sua homenagem, com a presença de 40 mil pessoas na platéia (Odusanya, 2025).

O engajamento e sua popularidade entre os combatentes foi para além da guerra, quando esteve carente de recursos para sua sobrevivência os militares lhe prestaram ajuda angariando dinheiro para ajuda-la. Apesar do reconhecimento em vida por parte dos soldados de quem havia cuidado, Mary Seacole foi ignorada quando o Memorial da Guerra da Crimeia foi erigido em Londres, em 1915. Esquecida por décadas, Elsie Gordon encontrou uma cópia da sua autobiografia numa loja de livros usados (Seaton, s.d.). Com a redescoberta de sua história, Mary Seacole foi homenageada tanto no Reino Unido quanto na Jamaica, onde dá nome à sede da Associação Jamaicana de Enfermagem.

Hoje, instituições de memória destacam Seacole como exemplo de perseverança, cidadania e empreendedorismo, e entidades profissionais a celebram como referência de defesa do paciente e de princípios básicos de higiene e conforto. Mary Seacole faleceu em 14 de maio de 1881 aos 76 anos. Após sua morte foi homenageada com a Ordem de Mérito Jamaicana em 1991 e votada como a maior personalidade negra britânica em 2004. (Quintana, 2024).

Em nome dessas três mulheres negras homenageamos todas (os) as pessoas negras que têm a enfermagem como profissão.

Referências

LEITE, I. C. M.; SILVA, A. L. A. Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v. 17, n. 10, p. 1‑14, 2024.

CASTRO, Janete Lima de; SANTANA, José Paranaguá; NOGUEIRA, Roberto Passos. Izabel dos Santos: a arte e a paixão de aprender fazendo. In: Izabel dos Santos: a arte e a paixão de aprender fazendo. 2002. p. 128-128.

SEACOLE, M. Viagens de Mary Seacole: da Jamaica até Constantinopla; de Constantinopla para a Criméia; da Criméia para Londres.

SEATON, H. J. Another Florence Nightingale? The Rediscovery of Mary Seacole. A Web of English History, s.l., s.d. Disponível em: <URL>. Acesso em: 17 nov. 2025.

DA SILVA, Nair Chase; DE FIGUEREDO, Led Daianna Fernandes. A trajetória da enfermeira Josephina de Mello nas dimensões do processo de trabalho em Enfermagem. História da Enfermagem: Revista Eletrônica (HERE), v. 14, p. e04-e04, 2023.

CAMPOS, Paulo Fernando de Souza; OGUISSO, Taka. A Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo e a reconfiguração da identidade profissional da Enfermagem Brasileira. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 61, p. 892-898, 2008.

 ODUSANYA, Mojibola. Black History Month – Has the issue of racial discrimination in nursing improved in the last 150 years? Disponível em: <https://www.rcn.org.uk/news-and-events/Blogs/021024-mojibola-odusanya-black-history-month>. Acesso em: 03 nov. 2025.

 READ’S MARY STORY. s.d. Disponível em: <https://www.maryseacoletrust.org.uk/learn-about-mary/>. Acesso em: 03 nov. 2025.

QUINTANA, Danielle. Honoring the Life and Work of Mary Seacole. Disponível em: <https://www.aorn.org/article/honoring-the-life-and-work-of-mary-seacole>. Acesso em: 03 nov. 2025.

Manaus, (AM), 20 de novembro de 2025

Profa Dra. Nair Chase da Silva – Presidente da ABEn AM

Profa Dra Sibila Lilian Osis – Diretora do Departamento de História da Enfermagem ABEn AM

Profa Dra, Gilsirene Scantelbury de Almeida – Diretora de Educação da ABEn AM

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ABEn divulga mapa de resultados da eleição para a gestão 2025–2028

ABEn divulga mapa de resultados da eleição para a gestão 2025–2028

A Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) divulgou, nesta quinta-feira (6 de novembro de 2025), o mapa de resultados da eleição nacional para a gestão 2025–2028.

A chapa única “Coletivo ABEn: Diálogo e Resistência” foi eleita para a Diretoria Nacional, com 938 votos válidos e 88 votos em branco, totalizando 1.026 participações.

Nas seções estaduais, todas as unidades federativas que apresentaram chapas concluíram o processo eleitoral conforme o regimento da ABEn 2025. As votações confirmaram o compromisso das seções com a democracia, representatividade e fortalecimento da enfermagem brasileira.

A presidente da Comissão Eleitoral Nacional, Drª Enfª Carla Luzia França Araújo, assinou o documento oficializando os resultados.

 Confira o mapa completo de resultados no link: https://abennacional.org.br/post_documentos/eleicao-aben-2025-gestao-2025-2028-mapa-de-resultados/

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Faltam 06 dias para o início da eleição para novas diretorias da ABEn, é hora de cada associada e associado participar da escolha das direções

Conheça os candidatos e candidatas da chapa Esperançar e Reencantar a Enfermagem da ABEn-AM.

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Conheça a candidata a vice-presidenta da ABEn seção Amazonas, pela chapa Esperançar e Reencantar a Enfermagem: Por uma ABEn-AM viva, atuante e transformadora.

Participe da votação, nos dias 03 e 04 de novembro de 2025 (on-line)